DESTINO — Um livro real

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DESTINO — Um livro real

Mensagem por Dark Angel em Sex Set 30, 2016 6:29 pm

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Sumário

Capítulo 1 — O terror diz "Olá"

Capítulo 2 — O fascínio do Medo

Capítulo 3 — Resenha aos mortos

Capítulo 4 — Diga Adeus


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⏰ANTES⏰

O medo é um veneno para aqueles que o alimentam. A coragem é o remédio para aqueles que a sustentam. Isso foi o que eu sempre aprendi.
Já foi um acampamento. O mais belo de todos. Pacífico? Não. Unido? Sim. Este acampamento deixou de existir, pois foi destruído pelo ódio e pela desgraça. Por causa da espécie, por causa do amor, pelo simples fato de ser diferente.
Nesses tempos de guerra, não havia um dia em que não houvesse morte, dor e sofrimento. Poucos foram os sobreviventes e muitas foram as vítimas do massacre. O mundo foi dividido entre o bem,os neutros e o mal. Entre o céu, a terra e o inferno.
Muitas vidas foram destruídas. Esperanças foram perdidas e o amor completamente esquecido. Sangue e lágrimas foram derramados, e até hoje são.

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⏰AGORA⏰

"A vida significa tudo o que ela sempre significou, o fio não foi cortado. Porque estão fora de seus pensamentos, agora que estão apenas fora de suas vistas?
Eles não estão longe apenas estão
do outro lado do caminho... Vocês que aí ficaram, sigam em frente, a vida continua, linda e bela como sempre foi." — Eis as palavras de Fanes para os sobreviventes do massacre que durou 12 anos.
Que seus nomes sejam pronunciados como sempre foram, sem ênfase de nenhum tipo. Sem nenhum traço de sombra ou tristeza, lutem mais essa batalha por aqueles que deram suas vidas, lutem, vençam, um mundo novo aguarda vocês.

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Não recues! De mim não foi-se o espírito...
Em mim verás — pobre caveira fria —
Único crânio que, ao invés dos vivos,
Só derrama alegria.

Vivi! Amei! Bebi qual tu: Na morte
Arrancaram da terra os ossos meus.
Não me insultes! empina-me! Que a larva
Tem beijos mais sombrios que os teus.

Mais val guardar o sumo da parreira
Do que o verme do chão ser pasto vil;
— Taça — levar dos Deuses a bebida,
Que o pasto do réptil.

Que este vaso, onde o meu espírito brilhava,
Vá nos outros o espírito acender.
Ai! Quando um crânio já não tem mais cérebro
...Podeis de vinho o encher!

Dark Angel

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Data de inscrição : 23/01/2016

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